Happy Mother's Day!


Curiosidades sobre a tradição do Dia das Mães nos países de língua inglesa

Que maio é o mês das mães, todo brasileiro sabe. Desde o início do mês, já começamos a pensar em presentes, passeios e atividades especiais para fazer com as mães como uma forma de demonstrar nosso amor e carinho por elas.

Já que “mãe é tudo igual, só muda o endereço”, o Dia das Mães é celebrado em muitos países ao redor do mundo, porém em diferentes datas. Por exemplo, Brasil e Estados Unidos comemoram o Mother's Day no segundo domingo de maio. Já no Reino Unido, o Mothering Sunday é comemorado no quarto domingo no mês da Quaresma.

Além da data, alguns costumes marcam diferenças entre as celebrações nos países. Acompanhe a história do Dia das Mães e como as nações de língua inglesa comemoram esse dia tão especial:


Origem

A mais antiga comemoração do dia das mães é mitológica. Na Grécia antiga, a entrada da primavera era festejada em honra de Reia, mãe comum de todos os seres. Os gregos faziam ofertas, oferecendo presentes, além de prestarem homenagens à deusa.

De forma parecida, os romanos, também politeístas, realizavam uma celebração que durava cerca de 3 dias (entre 15 e 18 de março) em homenagem a Cibele, Mãe dos Deuses.

Com o passar do tempo, essa celebração foi crescendo e adquirindo um lugar de destaque nas datas comemorativas, sendo festejada em quase todas as partes do mundo, em diferentes épocas.

No século XVII, a Inglaterra surge como motivadora dos eventos e comemorações para as mães, onde a data é celebrada no quarto domingo da Quaresma e denominada de “Mothering Day”. A partir disso, os operários passaram a ter esse dia de folga com o intuito de visitarem suas mães.

Nos Estados Unidos, a ideia de criar uma data em homenagem às mães foi proposta, em 1904, por Anna Jarvis. A ideia de Anna era criar uma data em homenagem a sua mãe que havia sido um exemplo de mulher, pois havia prestado serviços comunitários durante a Guerra Civil Americana. Seus pedidos e sua campanha deram certo e a data foi oficializada, em 1914, pelo Congresso norte-americano. A lei, que declarou o Dia das Mães como festa nacional, foi aprovada pelo presidente Woodrow Wilson. Após essa iniciativa, muitos outros países seguiram o exemplo e incluíram a data no calendário.


O Mothering Day britânico

No século XVI, a Inglaterra comemorava o chamado “Domingo da Maternidade” no quarto domingo da Quaresma. Nessa época, a maioria dos jovens de baixa renda da Inglaterra trabalhava como serva para a população rica e, como seu emprego ficava muito longe de suas casas, viviam na casa de seus empregadores.

No Domingo da Maternidade, eles tinham folga e eram encorajados a ir para casa, passar o dia com suas mães. Com a disseminação do cristianismo na Europa, o nome da comemoração mudou, e passou a honrar a “Mãe Igreja”, um poder espiritual que dava a vida e protegia a todos.

Mais tarde, esse passou a ser o dia em que os trabalhadores tipicamente recebiam uma folga para visitar parentes e familiares.

Hoje, o Dia das Mães é comemorado em grande estilo na Inglaterra. As crianças prestam homenagem às mães e agradecem-lhes todo o amor e apoio. Uma atmosfera de emoção prevalece no dia e os comerciantes não medem esforços para obter grandes lucros com essa euforia. As vendas de flores chegam a seu ápice, já que as pessoas na Inglaterra adoram expressar sua gratidão pelas mães presenteando-as com flores mais do que qualquer outra coisa.

As flores mais populares no Dia das Mães na Grã-Bretanha são as rosas, seguidas por cravos e crisântemos. No Reino Unido, há também a tradição de fazer um bolo de amêndoas para as mães, chamado Mothering Cake ou Simnel Cake.


Mother's Day: homenagem às mães americanas

No Mother's Day, além dos tradicionais cartões confeccionados pelas crianças, é preservada uma tradição da região onde o feriado surgiu, no estado da Virgínia Ocidental. Na homenagem religiosa, a igreja é enfeitada com flores: o costume é usar cravos brancos para relembrar as mães falecidas e os cor de rosa ou vermelho, para as que estão vivas.

Além disso, entre os norte-americanos, o entusiasmo por este dia se expressa, em grande parte, por meio do consumo. De acordo com a Federação Nacional de Comércio e Varejo, essa data é a segunda mais lucrativa do ano, ficando atrás apenas do Natal! Os itens que mais geram lucro, além dos cartões, são as flores; em especial, os cravos.

Nos Estados Unidos, o cravo passou a ser a flor máxima de representação do Dia das Mães desde que Ann Jarvis distribuiu 500 deles na primeira celebração, em 1908. Mais tarde, muitas religiões adotaram o costume de presentear cravos nesse dia. As pessoas, então, começaram a usar cravos no Dia das Mães. Na sua época, Ann Jarvis escolheu cravos porque essa era a flor preferida de sua mãe. Devido à falta de cravos para atender a demanda, os comerciantes começaram a promover outros tipos de flores. Contudo, o cravo branco passou a indicar os filhos cujas mães já morreram; e o cravo vermelho passou a representar os filhos cujas mães ainda estão vivas.  

Outro presente clássico de Mother's Day é o café da manhã na cama, o brunch (refeição que engloba café da manhã e almoço) ou um grande almoço reunindo a família em um restaurante bacana. Lá, como no Brasil, a ideia é poupar a mãe de cozinhar. Segundo algumas fontes, 54,7% dos americanos levam suas mães para comer fora e comemorar a data.


E você, possui alguma tradição especial no Dia das Mães? Conte para nós como você costuma demonstrar seu carinho e amor por essas mulheres tão especiais. A EFI deseja um Happy Mother's Day a todas as mães!

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